Em Junho
deste ano os Estados Unidos impuseram sanções contra o Irã na tentativa de fazer
parar o programa nuclear iraniano. A sanção constituiu de punições a países que
compram petróleo do país – com isenções a 20 países por já terem reduzido
consideravelmente suas compras de petróleo bruto. Quatro dias depois a União
Europeia anunciou um embargo completo às importações de petróleo iraniano.
Essas
punições são parte de uma série de sanções adotadas por países e instituições que
são contra o progama nuclear iraniano. As sanções barram as exportações de produtos
militares para o país e chegam a atingir, a exemplo dos exemplos recentes, os
investimentos do país em petróleo, gás e petroquímicos. Os embargos nesses
setores tem o intuito de atingir a economia interna do país fazendo que uma
decisão concreta seja tomada mais rapidamente.
Os agentes
mais ativamente participantes na luta contra o programa nuclear iraniano são os
Estados Unidos e União Europeia. Esses agentes atuam levando a questão à ONU,
marcando inspeções da AIEA, e até se mobilizam com outros países, a exemplo do
arranjo criado em meados de 2006 chamado P5+1 que inclui os países membros do
Conselho de Segurança mais a Alemanha para tentar, por vias diplomáticas,
conter o avanço do programa nuclear.
Leia mais sobre as sanções contra o Irã em: http://www.nytimes.com/2012/06/22/opinion/sanctions-against-iran.html
Angelo Freire
Nenhum comentário:
Postar um comentário