domingo, 30 de setembro de 2012

Turquia Reforça Aliança com Egito

Está previsto para novembro encontro entre líderes polítcos turcos e egípcios para um conselho estratégico de alto nível. O encontro tem por objetivo estreitar as relações entre os dois países já historicamente próximos.
Primeiro país a apoiar a revolução egípcia que tirou Hosni Mubarak do poder, a Turquia representa,
segundo os novos governantes islamitas do Egito, um modelo de potência econômica regional.
Os dois países estabeleceram relações diplomáticas em 1925 e, desde então, firmaram tratados de cooperação comercial e na àrea de segurança, bem como um acordo de exploração compartilhada de Gás Natural.
Mais recentemente, a Turquia concedeu um pacote de ajuda ao Egito no valor de US$ 1 bilhão, montante destinado a recuperar a econômia egípcia, abatida pela recente turbulência política.
 
Referências:
 
 

Irã na Assembleia Geral das Nações Unidas


A  67ª reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas, no que se refere à região do Oriente Médio, foi marcada por desentendimentos, ameaças, pressões, acusações e com direito até a desenho para exemplificar a etapa ou o nível de ameaça que “o mundo” está enfrentando.
O foco central de todos esses acontecimentos foram a declaração do Presidente iraniano, não acatando a recomendação da ONU de “evitar a retórica incediária”, e a fala do Primeiro Ministro israelense no qual se utilizou de um gráfico “bomba” para demonstrar o estágio da capacidade iraniana de obter uma bomba.



Confira o discurso completo do Presidente iraniano na Assembleia Geral das Nações Unidas: http://www.youtube.com/watch?v=H09nvdPF0KQ

Confira parte do discurso do Primeiro Ministro Netanyahu:
http://www.youtube.com/watch?v=NfPVx5aDr_4

A Salada de conflitos


A Guerra Síria, os movimentos de democratização, o filme A Inocência dos mulçumanos, o projeto atômico iraniano e o Hezbollah com o pavio curto. Esse assuntos bem que podiam aparecer em momentos diferentes, e tem dimensão para isso, mas tudo está acontecendo no mesmo momento. Direta ou indiretamente atinge boa parte do Oriente Médio seja por vias de ideologia religiosa, seja por questões fronteiriças, seja por tudo isso junto.
O Líbano sofre com a situação atual no continente. Já são mais de 700 mil pessoas refugiadas na Síria. O país passa por uma de suas maiores crises políticas da história. Movimento inspirado pela onda de protestos em busca de nações mais justas e democráticas. Apesar de não saber ao certo quem está por trás de muitos movimentos, sobretudo oferecendo armamento, o fato é que o país vizinho do Libano está desmoronando.
O filme que ofendeu a alma mulçumana não foi esquecido. No Libano, simpatizantes e membros do hezbollah vão as ruas do país deixando claro que a fúria só começou. O Hezbollah está contido, pois está envolvido com outros problemas sérios e inteligentemente não querem se desperçar.
Paralelo aos acontecimento, o exercito israelense se retirou do sul do Líbano e os lugares foram ocupados imediatamente pelo exército libanês. O chefe do Hezbollah, o xeque Hassan Ezzedin, ameaçou responder aos ataques de Irsrael se ele continuarem a interferir na soberania dos libaneses.

Daniel de Lara Santos

Principal jornal israelense possui seção denominada "Ameaça Iraniana"

A ameaça de guerra com o Irã parece cada vez mais próxima do cotidiano das pessoas em Israel, uma vez que seu principal veículo jornalístico e formador de opinião, o jornal The Jerusalem Post (www.jpost.com) agora possui uma seção específica para a tensão com o país persa denominada "Iranian Threat", ou, na tradução literal "Ameaça Iraniana" (conforme imagem abaixo). Tal seção foi adicionada há poucas semanas devido ao aumento da crise entre os dois países, e deve ter como objetivo preparar a população para um eventual conflito, compilando notícias relativas ao tema e principalmente notícias tendenciosamente negativas em relação ao adversário.



domingo, 23 de setembro de 2012

Rede Doméstica de Internet Iraniana


     Em notícia publicada pela Reuters neste domingo, o governo iraniano planeja implantar uma rede doméstica de internet. A justificativa oficial se baseia em uma tentativa de melhora na segurança cibernética daquele país. Mas muitos iranianos temem ser uma tentativa de limitar o acesso à internet.
       A medida inicial que sustenta esta medida foi o anúncio de blquei da ferramenta de busca na rede “Google” e do seu serviço de e-mail. O irã já tem um dos maiores filtros de internet do mundo, o que limita o acesso de seus cidadãos à sites considerados ofensivos ou criminosos.
       Alguns iranianos acreditam que tal medida está ligada à um recente escandâlo causado pela postagem de um filme anti-islâmico no canal de vídeos YouTube, outros ainda acreditam que seja para previnir movimentos como os que ocorreram em 2009, após a reeleição polêmica do Presidente Ahmadinejad. Mas além disso creio estar ligado à uma nova onda de mobilizações populares através das redes sociais, que começou com o movimento criado por um desiger gráfico israelense e que e que se espalhou pela rede rapidamente, e com as experiências já demonstradas do poder da mobilização social por essas redes o que levou o governo a querer limitar o acesso antes para previnir uma manifestação social.

Veja o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=mYjuUoEivbE

sábado, 22 de setembro de 2012

A situação a favor do Islã


Na terça feira, 18 de setembro, milhares de pessoas foram as ruas libanesas em apoio ao Hezbollah afim de escutar seu líder. O movimento pede para que as instituições internacionais punam aqueles que ofendem religiões. O Xeque Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah se pronunciou coisas como “Ó, Profeta, nó morreremos por você. Minha alma e meu sangue são por você”, “Nossa fúria não será passageira. É o nascimento de um movimento que deve continuar em toda a nação mulçumana”.
Eles pressionaram a comunidade internacional para criarem leis que criminalizem qualquer ofensa a religiões monoteístas e aos grandes profetas de Deus. Para eles o filme o qual foi citado no poste anterior, foi o pior ataque feito ao islã.
A declaração do Hesbollah visa no momento mais alcalmar do que tacar lenha na fogueira. A milícia passa por um momento que está envolvida com muita coisa e não pode se dispersar. Dentre sua maiores missões, o movimento está posicionado na Síria, pela sua crise e conflito instalado, no Irã devido o programa nuclear e todas as faces que afetam este processo e também está atento as constantes ameaças de Israel.
Se envolver e mais um problema, por maior que seja, pode ser uma armadilha que eles não querem cair. Por isso o Hezbollah tem sido ágil e inteligente usando esta situação em seu beneficio levantando questões de respeito a religiões monoteístas a partir de leis, referindo-se ao cristianismo, islã e judaísmo. 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Soldados de Israel matam três terroristas na fronteira com o Egito

Soldados da IDF (Israel Defense Forces) entraram em conflito com terroristas fortemente armados na fronteira com o Egito na madrugada de sexta-feira, e mataram os três indivíduos. Os soldados do Corpo de Artilharia, Batalhão Karkal, estavam protegendo a instalação da cerca que irá circundar toda a fronteira com o Egito quando uma célular terrorista abriu fogo contra a guarnição, os soldados retornaram fogo e conseguirem abater os três indíviduos, e foi constatado que um deles estava vestindo um cinto com bombas. O porta-voz da IDF, General de Brigada Yoav Mordechai disse que as forças da IDF impediram um grande ataque terrorista.

O incidente ocorreu na área de Har Harif, onde a cerca ainda não está completa. O incidente, e a construção da cerca propriamente dita, ilustra bem as tensões que Israel vêm sofrendo nos últimos meses, com a possibilidade de guerra com o Irã e com os violentos protestos que tomaram conta do mundo islâmico devido ao filme ironizando o profeta Maomé que foi disponibilizado há alguns dias na internet. A solução para a questão de Israel e sua relação com o resto do Oriente Médio parece se distanciar com os eventos mais recentes, e Israel vêm adotando uma postura cada vez mais isolacionista com seus vizinhos. Levando em consideração a época de eleições nos EUA, seu principal aliado, parece que Israel enfrentará sozinho, pelo menos pelos próximos meses os problemas que o circundam.

Notícia na íntegra: http://www.jpost.com/Defense/Article.aspx?id=285802


domingo, 16 de setembro de 2012

Presença do Irã no solo Sírio, pode agravar a situação...

Membros da Corporação Militar Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) estão na Síria fornecendo ajuda "não militar", mas confirma a possibilidade do Irã se envolver militarmente se a Síria for atacada. A declaração é a primeira admissão oficial de um comandante iraniano de alta patente afirmando uma presença militar em solo sírio. Os países ocidentais e grupos de oposição sírios acusaram o Irã de fornecer armas e consultoria às forças armadas sírias, além de suspeitarem da presença militar iraniana dentro do país. O Irã negava isso. A República Islâmica apoia o presidente Bashar al-Assad desde o início da crise e enxerga seu governo como uma parte importante de seu eixo de resistência contra Israel e os países árabes sunitas.
"Vários membros da Força Qods estão presentes na Síria, mas isto não constitui uma presença militar", disse o comandante-chefe do IRGC, Mohammad Ali Jafari, em uma coletiva de imprensa no domingo, segundo a agência de notícias iraniana Isna. O Qods é uma unidade do IRGC criada para exportar a ideologia iraniana. Ela vem sendo acusada de planejar ataques dentro do Iraque desde a derrubada de Saddam Hussein.

O Papa Bento XVI pediu hoje em Beirute, Líbano, paz e "silêncio das armas" para a Síria e o Oriente Médio.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6158065-EI294,00-Tropas+da+Guarda+Revolucionaria+do+Ira+estao+na+Siriacomandante.html

Turquia acolhe vice-presidente Iraquiano

Condenado à morte por enforcamento em julgamento à revelia, o vice-presidente iraquiano Tariq Al-Hashemi, encontra-se exilado na Turquia. 
 
O episódio ressalta a instabilidade política do Iraque após a intervenção norte-americana. Comandado pelo premier xiita Nuri al-Maliki, o governo do país é segregado entre as duas ramificações da religião islâmica: sunitas e xiitas, com preponderância desta ultima.
 
O condenamento do líder político sunita Tariq Al-Hashemi motivou uma onda de violência
no Iraque, alimentada pelo ressentimento da oposição em relação ao Primeiro Ministro, acusado de querer monopolizar o poder. A respeito, Tariq Al-Hashemi se pronunciou: "Os que me querem não devem recorrer às armas. Um dia serão aplicadas as reformas que desejamos. O governo é injusto com seu povo e Maliki se transformou no símbolo da opressão do Iraque".
 
Após a sua condenação, o vice-presidente iraquiano refugiou-se na Turquia e recebe apoio político do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, o qual refutou as acusações ao exilado e se posicionou: "Nós estamos dispostos a receber o senhor Hashemi por quanto tempo ele quiser, e nós não iremos entregá-lo".
 
Foto: Vice-presidente Iraquiano Tariq Al-Hashemi
 
 
 
 
Fontes:

 

Acordos de paz de Oslo, 19 anos e poucas mudanças

Dia 13 de setembro 1993, neste dia, na cidade de Oslo, Noruega, foram assinados diversos acordos entre o governo de Israel e o então presidente da OLP, Yasser Arafat, que previam diversas medidas afim de se atingir a paz e estabilidade na região. Mas, dezenove anos depois, o que se observa são poucos avanços e pouco comprometimento de Israel, segundo o Dr. Saeb Erekat, Chefe Negociador da Palestina. Segundo Erekat, o que se observiu nessas quase duas décadas seguintes foram violações do direito internacional e direitos humanos praticados por Israel, seguindo da impunidade e passividade da comunidade internacional perante tais fatos.

Aumento dos assentamentos israelenses em território palestino, demolições de casas, deslocamento forçado, revogação de documentos de identidade e confiscação de terras ainda são realidade em territórios palestinos.

Dr. Erekat convoca a comunidade internacional para "desenvolver novas medidas para lidar com Israel, se deseja ver diferentes resultados. Declarações não são suficientes. O que precisamos são decisões políticas e ações concretas, que incluem fazer Israel se responsabilizar por suas violações do direito internacional, boicotar produtos advindos de assentamentos, reconhecer o Estado da Palestna e apoiar sua admissão nas Nações Unidas. Sob as circunstâncias atuais, este é o único passo diplomático e pacífico em direção a paz".




Notícia na íntegra: http://english.pnn.ps/index.php/national/2661-erekat-marking-19-years-of-the-oslo-accords-israels-impunity-is-destroying-the-last-hope-for-a-two-state-solution

Clima de tensão e missão de paz

A intolerância religiosa e cultural ganha forças na batalha entre Oriente Médio e Ocidente.

Um filme foi capaz de alimentar o ódio anti-americano nos países de presença islâmica. Ele traz a imagem de Maomé como pedófilo, gay e namorador. O curte metragem , A inocência dos mulçumanos, do diretor Sam Bacile foi lançado no último dia 11 de setembro e seu maior garoto propaganda foi o pastor evangélico americano Terry Jones, que ganhou fama internacional ao queimar o Corão – o livro sagrado do islamismo.

Millhares de pessoas foram protestar nas ruas do Sudão, Tunísia, Egito, Iêmen, Líbano e mais alguns outros países. Embaixadas de países ocidentais foram invadidas e incendiadas. O embaixador americano Chistopher Stevens foi morto na Libia, junto com ele mais três americanos também foram assassinados.

O governo americano se pronunciou em diversos momentos sobre o ocorrido:

“Pemaneceremos firmes diante da violência contra nossas embaixadas” Presidente Barack Obama

“Um filme horrível da internet, com o qual não temos nada a ver” Secretária de Estado Hillary Clinton

“O povo do Egito, da Líbia, do Iêmen e da Tunísia não trocou a tirania de um ditador pela tirania das massas. As pessoas e os líderes responsáveis nesses países precisam fazer tudo o que puderem para restabelecer a segurança e punir os que estão por trás desses atos” Secretária de Estado Hillary Clinton

“Não percamos de vista o dado fundamental de que os EUA precisam continuar liderando o mundo” ” Presidente Barack Obama.

No Líbano, centenas de pessoas depredaram os restaurantes KFC e Ardy’s. Duas pessoas morreram e 25 ficaram feridos. Neste clima de revolta o país recebeu a visita do Papa Bento XVI. Sua chegada também foi recebida com protestos em Beirute, onde desembarcou esperado pelo presidente Michel Suleiman, católico maronita.

O pontíce pediu a integrantes de todas as religiões do país que o deixem o fundamentalismo em favor da convivência. Bíblia católica “suportemo-nos uns aos outros” (Col. 4,2) e foi essa mensagem que Bento XVI tentou transmitir os libaneses. O papa também manifestou apoio a Primavera Árabe, disse que considera positiva as manifestações em busca de mais democracia e liberdade.

Publicado por Daniel de Lara Santos

domingo, 9 de setembro de 2012

Qualquer medida contra Síria deve "ter dentes"... (Hillary Clinton)

    A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, rejeitou a proposta russa para uma nova resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o conflito na Síria. Ela disse que o plano é inútil e que qualquer medida deve ter "dentes" para ter impacto.
    A Rússia pediu neste sábado que o Conselho de Segurança aprove o plano de paz acordado em junho, em Genebra, que apela para um cessar-fogo e uma transição política. Mas Hillary disse que uma resolução sem consequências seria ignorada pelo presidente sírio, Bashar al Assad. Grupos ativistas na Síria dizem que mais de 160 pessoas morreram na última batalha.
    Enquanto isso, ao menos 17 pessoas morreram hoje e mais de 40 ficaram feridas em uma explosão no bairro de Al Malaab al Baladi, no centro de Aleppo, a segunda maior cidade da Síria, segundo as autoridades o ataque "terrorista" foi causado pelos rebeldes e atingiram dois hospitais da cidade.  Os rebeldes sírios disseram que dez pessoas morreram e outras 17 ficaram feridas em um bombardeio da aviação síria contra um edifício residencial em Aleppo, no bairro de Hanano, ao leste da cidade, e alguns jornais locais dizem que foi a resposta do governo aos ataques no bairro de Al Malaab al Baladi.
Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), 88 pessoas morreram neste domingo em todo o país, e, desde o início do conflito, mais de 26 mil. Milhares de sírios fugiram do país para se refugiar em países vizinhos, enquanto 1,2 milhão de sírios precisam de ajuda humanitária.

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/editorias/brasil-e-mundo/2012/09/09/siria-conflito-explosao-em-aleppo-deixa-ao-menos-17-mortos.html

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6141103-EI17594,00-Hillary+Clinton+rejeita+plano+de+paz+russo+para+a+Siria.html

Saiba mais sobre o novo mediador da ONU: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6141587-EI294,00-Siria+Mediador+da+ONU+chega+ao+Cairo+para+missao+delicada.html

Israel elogia decisão de Ottawa de cortar laços com o Irã

Após a decisão do governo canadense de fechar sua embaixada no Irã e cortar laços diplomáticos com o país persa, Israel viu com bons olhos a ação e parabenizou o país no que chama de ação "moral". O governo Israelense acredita que o isolamento diplomático do Irã é um importante passo para garantir a segurança e estabilidade do mundo inteiro.

O Canadá é mais um país ocidental a romper relações diplomáticas com o Irã, os EUA já não possuem representações diplomáticas desde o incidente dos reféns americanos em Teerã, em 1979-81, onde 52 americanos foram mantidos reféns por 444 dias. O Reino Unido também fechou sua representação em 2011.

Os líderes de Israel elogiaram de maneira enfática a decisão do Canadá, com seus principais líderes agradecendo publicamente as autoridades e o povo canadense, e afirmando que o Canadá provou mais uma vez que a moral está acima de qualquer atitude pragmática e que a política deve refletir princípios e valores. Israel também convidou outros países a seguirem a medida adotada pelo Canadá.

A situação do Irã, vista pelo resto do mundo vêm se deteriorando cada vez mais, principalmente devido aos desdobramentos da Primavera Árabe e o que foi observado em seus vizinhos decorrentes a dela. A situação da Síria, aliado importante do Irã tende a piorar, e a queda de Assad é só uma questão de tempo, e quando ele não mais estiver ao poder, o Irã estará mais isolado ainda. Agora resta saber até que ponto outros países do mundo seguirem essa atitude hermética será positivo ou negativo para a postura do governo iraniano, que é de certa forma, imprevisível.


Notícia na íntegra: http://www.jpost.com/MiddleEast/Article.aspx?id=284345

domingo, 2 de setembro de 2012

Irã e Coreia do Norte Assinam Acordo


Segundo notícia publicada ontem pela Fox News, Irã e Coreia do norte assinaram um Acordo de Cooperação Científica e Tecnológica. O acordo foi assinado em Teerã pelo Ministro da Ciência, Pesquisa e Tecnolgia iraniano e o Ministro das Relações Exteriores norte-coreano.

A celebração desse acordo não agrada nem um pouco as potências ocidentais, porque não somente aproxima dois países cujas ações são duvidosas no cenário internacional quanto une dois países com “inimigos comuns”, de forma mais explícita, os Estados Unidos.
Esse acordo vai gerar uma suspeita muito grande nos países que são contra o programa nuclear iraniano, porque desde os embargos de exportação de qualquer tipo de material militar, a possibilidade de aquisição de tecnologia por parte do Irã foi diminuída. E agora eles tem a possibilidade de trocas de profissionais e transferência de tecnolgia nas áreas de tecnologia da informação, energia, meio ambiente, agricultura e alimentos.
            Hoje, o Primeiro Ministro israelense conclamou à comunidade internacional para que tome atitudes mais rígidas em relação ao Irã, pois o Irã não vê uma determinação internacional de conter o avanço de seu programa nuclear.

PNUD e Comissão Anti-Corrupção Palestina assinam acordo

A Comissão Anti-Corrupção Palestina e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvilmento (PNUD) assinaram um acordo de US$ 270 mil para aprimorar o combate a corrupção e aumentar a participação ativa da população no território da Palestina.

O acordo busca apoiar a implementação da estratégia nacional de combate a corrupção, promovendo pesquisas públicas e iniciando campanhas de alerta ao público.

É interessante notar que, apesar de ainda anexado a Israel, a Palestina vem cada vez mais ganhando autonomia para conduzir seus assuntos internos, e dessa vez seu governo fecha um acordo com uma agência internacional. O combate a corrupção num terrirório instável como a Palestina é de grande importância para que num futuro próximo, quem sabe, o país possa adquirir sua soberania. Combater a corrupção agora é a base para se construir e solidificar uma política interna coesa e se evitar no futuro, no caso de uma independência, que o Estado se torne falido e uma ameaça para seus vizinhos.







Notícia na íntegra: http://english.pnn.ps/index.php/nonviolence/2562-pacc-and-undp-sign-usd-270000-agreement-to-enhance-anti-corruption-efforts

sábado, 1 de setembro de 2012

No outro lado do Libano tem uma Linha Azul.

Para quem está se afeiçoando mais sobre o Libano, como o próprio blogueiro que vos escreve, hoje temos uma novo tema a Linha Azul. A Linha Azul é a fronteira entre Israel e Libano que foi negocioada junto a ONU. Foi traçada uma linha mesmo por um equipe profissional de cartografia. Ao passar por essa linha em alguns pontos fixaram barris azuis escrito ONU. Trocando em miúdos a finalidade desta linha é evitar confrontos e colocar Israel no seu devido território e deixar terras libanesas. Nesta história o governo libanês tem o compromisso de manter a paz e segurança na fronteira. A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul) é a responsável por esta tarefa. A Finul foi criada pelas Nações Unidas e atua no território Libanês. No Haiti existe uma Força Militar semelhante que também é composta por países diferentes e tambem auxiliam o exército da nação em questão a apaziguar conflitos. Antes deste fato, a zona por muito tempo foi foco de conflitos entre os exercitos dos dois países. Nunca se chegava a um acordo, por isso a ONU precisou interferir e tentar resolver de alguma forma. Em 2010 a coisa ficou feia novamente. Os exercitos voltaram a trocar tiros, houveram mortes dos dois lados. Na ultima quarta-feira, 29 de agosto de 2012, Israel e Líbano reiteraram o compromisso em manter a calma na fronteira. Daniel de Lara Santos