Na terça feira, 18 de setembro, milhares de pessoas foram as
ruas libanesas em apoio ao Hezbollah afim de escutar seu líder. O movimento
pede para que as instituições internacionais punam aqueles que ofendem
religiões. O Xeque Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah se pronunciou coisas
como “Ó, Profeta, nó morreremos por você. Minha alma e meu sangue são por você”,
“Nossa fúria não será passageira. É o nascimento de um movimento que deve
continuar em toda a nação mulçumana”.
Eles pressionaram a comunidade internacional para criarem
leis que criminalizem qualquer ofensa a religiões monoteístas e aos grandes
profetas de Deus. Para eles o filme o qual foi citado no poste anterior, foi o
pior ataque feito ao islã.
A declaração do Hesbollah visa no momento mais alcalmar do
que tacar lenha na fogueira. A milícia passa por um momento que está envolvida
com muita coisa e não pode se dispersar. Dentre sua maiores missões, o
movimento está posicionado na Síria, pela sua crise e conflito instalado, no
Irã devido o programa nuclear e todas as faces que afetam este processo e também
está atento as constantes ameaças de Israel.
Se envolver e mais um problema, por maior que seja, pode ser
uma armadilha que eles não querem cair. Por isso o Hezbollah tem sido ágil e
inteligente usando esta situação em seu beneficio levantando questões de respeito
a religiões monoteístas a partir de leis, referindo-se ao cristianismo, islã e judaísmo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário