A Guerra Síria, os movimentos de democratização, o filme A Inocência dos mulçumanos, o projeto
atômico iraniano e o Hezbollah com o pavio curto. Esse assuntos bem que podiam
aparecer em momentos diferentes, e tem dimensão para isso, mas tudo está
acontecendo no mesmo momento. Direta ou indiretamente atinge boa parte do
Oriente Médio seja por vias de ideologia religiosa, seja por questões fronteiriças,
seja por tudo isso junto.
O Líbano sofre com a situação atual no continente. Já são
mais de 700 mil pessoas refugiadas na Síria. O país passa por uma de suas
maiores crises políticas da história. Movimento inspirado pela onda de
protestos em busca de nações mais justas e democráticas. Apesar de não saber ao
certo quem está por trás de muitos movimentos, sobretudo oferecendo armamento,
o fato é que o país vizinho do Libano está desmoronando.
O filme que ofendeu a alma mulçumana não foi esquecido. No
Libano, simpatizantes e membros do hezbollah vão as ruas do país deixando claro
que a fúria só começou. O Hezbollah está contido, pois está envolvido com
outros problemas sérios e inteligentemente não querem se desperçar.
Paralelo aos acontecimento, o exercito israelense se retirou
do sul do Líbano e os lugares foram ocupados imediatamente pelo exército
libanês. O chefe do Hezbollah, o xeque Hassan Ezzedin,
ameaçou responder aos ataques de Irsrael se ele continuarem a interferir na
soberania dos libaneses.
Daniel de Lara Santos
Daniel de Lara Santos
Nenhum comentário:
Postar um comentário