domingo, 28 de outubro de 2012

Turquia se torna peça-chave para insurgentes sírios



A Turquia tem desempenhado papel determinante na revolução Síria.
Ainda que sem o apoio da maioria da população turca (apenas 18% de aprovação popular), o primeiro ministro Erdogan posiciona-se a favor dos insurgente sírios no contexto de conflito.
Com localização estratégica, a Turquia encontra-se ao norte da Síria e é porta de entrada de armas e alimentos para o país, além de abrigar feridos de guerra.
" 'A Turquia é quem mais nos ajuda, por facilitar nossas vidas. É de lá que vem nossa comida e é para lá que vão nossos parentes feridos", explica Adbullah Alyasin, um dos porta-vozes do Exército Sírio Livre (ESL) em Alepo' "

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,turquia-se-torna-peca-chave-para-insurgentes-sirios--,948580,0.htm

Manobras Militares Iranianas na fronteira com o Iraque



      Ao pesquisar notícias sobre o país em questão, fiquei apreensivo quando li esse tema. Segundo informações da agência paraestatal de notícias, do governo iraniano ("ISNA") desta Quinta-Feira (25/10), o Irã se prepara para a realização de uma série de manobras militares ao longo da fronteira com o Iraque. Segundo o Comandante do Exército Saed Arabloo os exercícios terão uma duração de três dias, começando amanhã (29/10) e serão compostos por forças aéreas e terrestres. A realização de tal exercício em uma zona de fronteira é sempre tensa porque existe sempre a possibilidade de ataque por ambos os lados e o menor erro pode trazer consequências de grandes proporções. Estaremos acompanhando a evolução da situação e teremos melhor clareza com o decorrer da semana.

domingo, 21 de outubro de 2012

Espaço aéreo de Israel sendo invadido por UAVs iranianos

Recentemente as forças de defesa de Israel abateram um pequeno veículo aéreo não tripulado (UAV) que invadiu seu espaço aéreo pelo sul, tendo sido esta uma das violações do espaço aéreo mais flagrantes detectadas por israel atualmente.

Após o evento, o líder da milícia Basik do irã, Mohammed Reza Nadqui alegou que a infiltração demonstra apenas uma pequena fração da capacidade iraniana de lançar operações do tipo. A aeronave abatida foi infiltrada no espaço aéreo israelense pelo Hesbollah e era de origem iraniana, disse o porta-voz da organização, Hassan Nasrallah.  Nadqui ainda disse que os israelenses podem esperar "centenas de drones de 25 modelos diferentes e novos sistemas de voo que os israelenses não saberão como confrontar".

Oficiais de alto escalão do Irã afirmaram que o acontecimento provaram que os sistemas de defesa antiaereos de israel são inadequados.

Israel veem enfrentando ameaças não somente do Irã, mas também do Hezbollah, o qual é fortemente patrocinado pelo regime aiatolá.


Notícia na íntegra: http://www.jpost.com/Defense/Article.aspx?id=288536

domingo, 14 de outubro de 2012

Encontro entre ministro europeus é essencial para crise iraniana, diz ministro Israelense

O ministro das relações exteriores de Israel, Avigdor Liberman, disse em encontro em seu país com Antônio Patriota, ministro das relações exteriores do Brasil, que o encontro na próxima segunda em Luxenburgo entre os ministros responsáveis pelas relações internacionais de 27 países da Europa é crucial para passar uma mensagem do ocidente para o Irã, afim de amenizar a tensão permanente na região nos últimos meses.

Caso o encontro fracasse em tratar da situação, o resultado pode ser catastrófico para a região, uma vez que o Irã iria se sentir livre para continuar suas pretensões sem uma maior pressão por parte do bloco Europeu.

Patriota informou o primeiro-ministro israelense Shimon Peres de que o Brasil vê com receio as pretensões israelenses de atacar o Irã, e tal ato poderia provocar uma forte desestabilização na região e não levaria necessariamente a uma solução definitiva do problema.

domingo, 7 de outubro de 2012

Retaliação Turca à Ataque Sírio

Em retaliação ao ataque à cidade de Akcakale, a Turquia disparou novamente hoje contra a Síria.
A onde de ataques fronteiriços entre os dois países representa uma onde de violência com forte influência do conflito sírio que, de protesto pró-democracia, evoluiu para uma guerra civil,
 
Tayyip Erdogan, primeiro-ministro turco, advertiu á Síria que responderia aos ataques, e não seria omisso em caso de declaração de Guerra.
 
Ainda hoje, rebeldes sírios tomaram posto militar próximo à província fronteiriça turca de Hatay.
 
"Integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), a Turquia já foi aliada do presidente sírio, Bashar al-Assad, mas se voltou contra ele depois da violenta resposta à revolta no país. De acordo com a Organização das Nações (ONU), mais de 30 mil pessoas já morreram no conflito da Síria."
 
Referências:
 

Impacto das Sanções na Economia do País

As sanções aplicadas pelos países que são contra o programa nuclear iraniano já estão começando a afetar a economia do país de forma a causar conflitos nos altos escalões políticos daquele país. 
A moeda iraniana perdeu cerca de 25% de seu valor contra o dólar neste mês em razão das sanções internacionais, aplicadas em razão das suspeitas sobre o programa nuclear do país. Segundo críticos de Ahmadinejad, a desvalorização também aconteceu por causa da má gestão da economia.
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foi alvo de ataques do Poder Legislativo do país neste domingo devido à queda da moeda local nos últimos dias. Os deputados se recusaram a debater a reformulação dos subsídios apresentada por Ahmadinejad e exigiram que ele preste contas sobre a forma como a economia do país é gerida.

Notícias do Líbano


Diante dos acontecimentos recentes no Oriente Médio,
o governo libanês tem a preocupação de manter a ordem, independência e a integridade dentro de seu território.

Nesta semana o presidente do Uruguai, José Mujica, fez uma visita ao presidente libanês, Michel Suleiman.
O marco da visita foi o acordo entre os dois países "fortalecer a cooperação bilateral e internacional" contra o terrorismo.

Em um segundo plano de importância, trataram de melhorar ainda mais a relação entre Montevideo e Beirute.
Espera-se que este econtro sucite novas relações comerciais, culturais e cientificas voltadas a tecnologia.

Outra notícia importante. Os orgãos de segurança do Líbano iniciaram uma investigação sobre um dos centros das Forças de Segurança Interna ao norte do Líbano.
A denuncia é que mais de 9000 dentre munições e armas foram vendidas a grupos terroristas na Síria.Apesar da gravidade, a notícia não cai como uma bomba para
a população. O canal de televisão "Al-manar", mais de uma vez havia alertado para a situação e que o exército Libanês já havia detido algumas pessoas.
Este fato é de extrema importancia pois sabemos que se alguma coisa dessas vem a tona, o que pode se experar é que existam outros que ainda não se tem conhecimento.
Daí a importancia de investigar de forma antecipada para que não se colha mais problemas, provinientes da guerra síria, no território nacional do libano.

Daniel Santos

domingo, 30 de setembro de 2012

Turquia Reforça Aliança com Egito

Está previsto para novembro encontro entre líderes polítcos turcos e egípcios para um conselho estratégico de alto nível. O encontro tem por objetivo estreitar as relações entre os dois países já historicamente próximos.
Primeiro país a apoiar a revolução egípcia que tirou Hosni Mubarak do poder, a Turquia representa,
segundo os novos governantes islamitas do Egito, um modelo de potência econômica regional.
Os dois países estabeleceram relações diplomáticas em 1925 e, desde então, firmaram tratados de cooperação comercial e na àrea de segurança, bem como um acordo de exploração compartilhada de Gás Natural.
Mais recentemente, a Turquia concedeu um pacote de ajuda ao Egito no valor de US$ 1 bilhão, montante destinado a recuperar a econômia egípcia, abatida pela recente turbulência política.
 
Referências:
 
 

Irã na Assembleia Geral das Nações Unidas


A  67ª reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas, no que se refere à região do Oriente Médio, foi marcada por desentendimentos, ameaças, pressões, acusações e com direito até a desenho para exemplificar a etapa ou o nível de ameaça que “o mundo” está enfrentando.
O foco central de todos esses acontecimentos foram a declaração do Presidente iraniano, não acatando a recomendação da ONU de “evitar a retórica incediária”, e a fala do Primeiro Ministro israelense no qual se utilizou de um gráfico “bomba” para demonstrar o estágio da capacidade iraniana de obter uma bomba.



Confira o discurso completo do Presidente iraniano na Assembleia Geral das Nações Unidas: http://www.youtube.com/watch?v=H09nvdPF0KQ

Confira parte do discurso do Primeiro Ministro Netanyahu:
http://www.youtube.com/watch?v=NfPVx5aDr_4

A Salada de conflitos


A Guerra Síria, os movimentos de democratização, o filme A Inocência dos mulçumanos, o projeto atômico iraniano e o Hezbollah com o pavio curto. Esse assuntos bem que podiam aparecer em momentos diferentes, e tem dimensão para isso, mas tudo está acontecendo no mesmo momento. Direta ou indiretamente atinge boa parte do Oriente Médio seja por vias de ideologia religiosa, seja por questões fronteiriças, seja por tudo isso junto.
O Líbano sofre com a situação atual no continente. Já são mais de 700 mil pessoas refugiadas na Síria. O país passa por uma de suas maiores crises políticas da história. Movimento inspirado pela onda de protestos em busca de nações mais justas e democráticas. Apesar de não saber ao certo quem está por trás de muitos movimentos, sobretudo oferecendo armamento, o fato é que o país vizinho do Libano está desmoronando.
O filme que ofendeu a alma mulçumana não foi esquecido. No Libano, simpatizantes e membros do hezbollah vão as ruas do país deixando claro que a fúria só começou. O Hezbollah está contido, pois está envolvido com outros problemas sérios e inteligentemente não querem se desperçar.
Paralelo aos acontecimento, o exercito israelense se retirou do sul do Líbano e os lugares foram ocupados imediatamente pelo exército libanês. O chefe do Hezbollah, o xeque Hassan Ezzedin, ameaçou responder aos ataques de Irsrael se ele continuarem a interferir na soberania dos libaneses.

Daniel de Lara Santos

Principal jornal israelense possui seção denominada "Ameaça Iraniana"

A ameaça de guerra com o Irã parece cada vez mais próxima do cotidiano das pessoas em Israel, uma vez que seu principal veículo jornalístico e formador de opinião, o jornal The Jerusalem Post (www.jpost.com) agora possui uma seção específica para a tensão com o país persa denominada "Iranian Threat", ou, na tradução literal "Ameaça Iraniana" (conforme imagem abaixo). Tal seção foi adicionada há poucas semanas devido ao aumento da crise entre os dois países, e deve ter como objetivo preparar a população para um eventual conflito, compilando notícias relativas ao tema e principalmente notícias tendenciosamente negativas em relação ao adversário.



domingo, 23 de setembro de 2012

Rede Doméstica de Internet Iraniana


     Em notícia publicada pela Reuters neste domingo, o governo iraniano planeja implantar uma rede doméstica de internet. A justificativa oficial se baseia em uma tentativa de melhora na segurança cibernética daquele país. Mas muitos iranianos temem ser uma tentativa de limitar o acesso à internet.
       A medida inicial que sustenta esta medida foi o anúncio de blquei da ferramenta de busca na rede “Google” e do seu serviço de e-mail. O irã já tem um dos maiores filtros de internet do mundo, o que limita o acesso de seus cidadãos à sites considerados ofensivos ou criminosos.
       Alguns iranianos acreditam que tal medida está ligada à um recente escandâlo causado pela postagem de um filme anti-islâmico no canal de vídeos YouTube, outros ainda acreditam que seja para previnir movimentos como os que ocorreram em 2009, após a reeleição polêmica do Presidente Ahmadinejad. Mas além disso creio estar ligado à uma nova onda de mobilizações populares através das redes sociais, que começou com o movimento criado por um desiger gráfico israelense e que e que se espalhou pela rede rapidamente, e com as experiências já demonstradas do poder da mobilização social por essas redes o que levou o governo a querer limitar o acesso antes para previnir uma manifestação social.

Veja o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=mYjuUoEivbE

sábado, 22 de setembro de 2012

A situação a favor do Islã


Na terça feira, 18 de setembro, milhares de pessoas foram as ruas libanesas em apoio ao Hezbollah afim de escutar seu líder. O movimento pede para que as instituições internacionais punam aqueles que ofendem religiões. O Xeque Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah se pronunciou coisas como “Ó, Profeta, nó morreremos por você. Minha alma e meu sangue são por você”, “Nossa fúria não será passageira. É o nascimento de um movimento que deve continuar em toda a nação mulçumana”.
Eles pressionaram a comunidade internacional para criarem leis que criminalizem qualquer ofensa a religiões monoteístas e aos grandes profetas de Deus. Para eles o filme o qual foi citado no poste anterior, foi o pior ataque feito ao islã.
A declaração do Hesbollah visa no momento mais alcalmar do que tacar lenha na fogueira. A milícia passa por um momento que está envolvida com muita coisa e não pode se dispersar. Dentre sua maiores missões, o movimento está posicionado na Síria, pela sua crise e conflito instalado, no Irã devido o programa nuclear e todas as faces que afetam este processo e também está atento as constantes ameaças de Israel.
Se envolver e mais um problema, por maior que seja, pode ser uma armadilha que eles não querem cair. Por isso o Hezbollah tem sido ágil e inteligente usando esta situação em seu beneficio levantando questões de respeito a religiões monoteístas a partir de leis, referindo-se ao cristianismo, islã e judaísmo. 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Soldados de Israel matam três terroristas na fronteira com o Egito

Soldados da IDF (Israel Defense Forces) entraram em conflito com terroristas fortemente armados na fronteira com o Egito na madrugada de sexta-feira, e mataram os três indivíduos. Os soldados do Corpo de Artilharia, Batalhão Karkal, estavam protegendo a instalação da cerca que irá circundar toda a fronteira com o Egito quando uma célular terrorista abriu fogo contra a guarnição, os soldados retornaram fogo e conseguirem abater os três indíviduos, e foi constatado que um deles estava vestindo um cinto com bombas. O porta-voz da IDF, General de Brigada Yoav Mordechai disse que as forças da IDF impediram um grande ataque terrorista.

O incidente ocorreu na área de Har Harif, onde a cerca ainda não está completa. O incidente, e a construção da cerca propriamente dita, ilustra bem as tensões que Israel vêm sofrendo nos últimos meses, com a possibilidade de guerra com o Irã e com os violentos protestos que tomaram conta do mundo islâmico devido ao filme ironizando o profeta Maomé que foi disponibilizado há alguns dias na internet. A solução para a questão de Israel e sua relação com o resto do Oriente Médio parece se distanciar com os eventos mais recentes, e Israel vêm adotando uma postura cada vez mais isolacionista com seus vizinhos. Levando em consideração a época de eleições nos EUA, seu principal aliado, parece que Israel enfrentará sozinho, pelo menos pelos próximos meses os problemas que o circundam.

Notícia na íntegra: http://www.jpost.com/Defense/Article.aspx?id=285802


domingo, 16 de setembro de 2012

Presença do Irã no solo Sírio, pode agravar a situação...

Membros da Corporação Militar Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) estão na Síria fornecendo ajuda "não militar", mas confirma a possibilidade do Irã se envolver militarmente se a Síria for atacada. A declaração é a primeira admissão oficial de um comandante iraniano de alta patente afirmando uma presença militar em solo sírio. Os países ocidentais e grupos de oposição sírios acusaram o Irã de fornecer armas e consultoria às forças armadas sírias, além de suspeitarem da presença militar iraniana dentro do país. O Irã negava isso. A República Islâmica apoia o presidente Bashar al-Assad desde o início da crise e enxerga seu governo como uma parte importante de seu eixo de resistência contra Israel e os países árabes sunitas.
"Vários membros da Força Qods estão presentes na Síria, mas isto não constitui uma presença militar", disse o comandante-chefe do IRGC, Mohammad Ali Jafari, em uma coletiva de imprensa no domingo, segundo a agência de notícias iraniana Isna. O Qods é uma unidade do IRGC criada para exportar a ideologia iraniana. Ela vem sendo acusada de planejar ataques dentro do Iraque desde a derrubada de Saddam Hussein.

O Papa Bento XVI pediu hoje em Beirute, Líbano, paz e "silêncio das armas" para a Síria e o Oriente Médio.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6158065-EI294,00-Tropas+da+Guarda+Revolucionaria+do+Ira+estao+na+Siriacomandante.html

Turquia acolhe vice-presidente Iraquiano

Condenado à morte por enforcamento em julgamento à revelia, o vice-presidente iraquiano Tariq Al-Hashemi, encontra-se exilado na Turquia. 
 
O episódio ressalta a instabilidade política do Iraque após a intervenção norte-americana. Comandado pelo premier xiita Nuri al-Maliki, o governo do país é segregado entre as duas ramificações da religião islâmica: sunitas e xiitas, com preponderância desta ultima.
 
O condenamento do líder político sunita Tariq Al-Hashemi motivou uma onda de violência
no Iraque, alimentada pelo ressentimento da oposição em relação ao Primeiro Ministro, acusado de querer monopolizar o poder. A respeito, Tariq Al-Hashemi se pronunciou: "Os que me querem não devem recorrer às armas. Um dia serão aplicadas as reformas que desejamos. O governo é injusto com seu povo e Maliki se transformou no símbolo da opressão do Iraque".
 
Após a sua condenação, o vice-presidente iraquiano refugiou-se na Turquia e recebe apoio político do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, o qual refutou as acusações ao exilado e se posicionou: "Nós estamos dispostos a receber o senhor Hashemi por quanto tempo ele quiser, e nós não iremos entregá-lo".
 
Foto: Vice-presidente Iraquiano Tariq Al-Hashemi
 
 
 
 
Fontes:

 

Acordos de paz de Oslo, 19 anos e poucas mudanças

Dia 13 de setembro 1993, neste dia, na cidade de Oslo, Noruega, foram assinados diversos acordos entre o governo de Israel e o então presidente da OLP, Yasser Arafat, que previam diversas medidas afim de se atingir a paz e estabilidade na região. Mas, dezenove anos depois, o que se observa são poucos avanços e pouco comprometimento de Israel, segundo o Dr. Saeb Erekat, Chefe Negociador da Palestina. Segundo Erekat, o que se observiu nessas quase duas décadas seguintes foram violações do direito internacional e direitos humanos praticados por Israel, seguindo da impunidade e passividade da comunidade internacional perante tais fatos.

Aumento dos assentamentos israelenses em território palestino, demolições de casas, deslocamento forçado, revogação de documentos de identidade e confiscação de terras ainda são realidade em territórios palestinos.

Dr. Erekat convoca a comunidade internacional para "desenvolver novas medidas para lidar com Israel, se deseja ver diferentes resultados. Declarações não são suficientes. O que precisamos são decisões políticas e ações concretas, que incluem fazer Israel se responsabilizar por suas violações do direito internacional, boicotar produtos advindos de assentamentos, reconhecer o Estado da Palestna e apoiar sua admissão nas Nações Unidas. Sob as circunstâncias atuais, este é o único passo diplomático e pacífico em direção a paz".




Notícia na íntegra: http://english.pnn.ps/index.php/national/2661-erekat-marking-19-years-of-the-oslo-accords-israels-impunity-is-destroying-the-last-hope-for-a-two-state-solution

Clima de tensão e missão de paz

A intolerância religiosa e cultural ganha forças na batalha entre Oriente Médio e Ocidente.

Um filme foi capaz de alimentar o ódio anti-americano nos países de presença islâmica. Ele traz a imagem de Maomé como pedófilo, gay e namorador. O curte metragem , A inocência dos mulçumanos, do diretor Sam Bacile foi lançado no último dia 11 de setembro e seu maior garoto propaganda foi o pastor evangélico americano Terry Jones, que ganhou fama internacional ao queimar o Corão – o livro sagrado do islamismo.

Millhares de pessoas foram protestar nas ruas do Sudão, Tunísia, Egito, Iêmen, Líbano e mais alguns outros países. Embaixadas de países ocidentais foram invadidas e incendiadas. O embaixador americano Chistopher Stevens foi morto na Libia, junto com ele mais três americanos também foram assassinados.

O governo americano se pronunciou em diversos momentos sobre o ocorrido:

“Pemaneceremos firmes diante da violência contra nossas embaixadas” Presidente Barack Obama

“Um filme horrível da internet, com o qual não temos nada a ver” Secretária de Estado Hillary Clinton

“O povo do Egito, da Líbia, do Iêmen e da Tunísia não trocou a tirania de um ditador pela tirania das massas. As pessoas e os líderes responsáveis nesses países precisam fazer tudo o que puderem para restabelecer a segurança e punir os que estão por trás desses atos” Secretária de Estado Hillary Clinton

“Não percamos de vista o dado fundamental de que os EUA precisam continuar liderando o mundo” ” Presidente Barack Obama.

No Líbano, centenas de pessoas depredaram os restaurantes KFC e Ardy’s. Duas pessoas morreram e 25 ficaram feridos. Neste clima de revolta o país recebeu a visita do Papa Bento XVI. Sua chegada também foi recebida com protestos em Beirute, onde desembarcou esperado pelo presidente Michel Suleiman, católico maronita.

O pontíce pediu a integrantes de todas as religiões do país que o deixem o fundamentalismo em favor da convivência. Bíblia católica “suportemo-nos uns aos outros” (Col. 4,2) e foi essa mensagem que Bento XVI tentou transmitir os libaneses. O papa também manifestou apoio a Primavera Árabe, disse que considera positiva as manifestações em busca de mais democracia e liberdade.

Publicado por Daniel de Lara Santos

domingo, 9 de setembro de 2012

Qualquer medida contra Síria deve "ter dentes"... (Hillary Clinton)

    A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, rejeitou a proposta russa para uma nova resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o conflito na Síria. Ela disse que o plano é inútil e que qualquer medida deve ter "dentes" para ter impacto.
    A Rússia pediu neste sábado que o Conselho de Segurança aprove o plano de paz acordado em junho, em Genebra, que apela para um cessar-fogo e uma transição política. Mas Hillary disse que uma resolução sem consequências seria ignorada pelo presidente sírio, Bashar al Assad. Grupos ativistas na Síria dizem que mais de 160 pessoas morreram na última batalha.
    Enquanto isso, ao menos 17 pessoas morreram hoje e mais de 40 ficaram feridas em uma explosão no bairro de Al Malaab al Baladi, no centro de Aleppo, a segunda maior cidade da Síria, segundo as autoridades o ataque "terrorista" foi causado pelos rebeldes e atingiram dois hospitais da cidade.  Os rebeldes sírios disseram que dez pessoas morreram e outras 17 ficaram feridas em um bombardeio da aviação síria contra um edifício residencial em Aleppo, no bairro de Hanano, ao leste da cidade, e alguns jornais locais dizem que foi a resposta do governo aos ataques no bairro de Al Malaab al Baladi.
Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), 88 pessoas morreram neste domingo em todo o país, e, desde o início do conflito, mais de 26 mil. Milhares de sírios fugiram do país para se refugiar em países vizinhos, enquanto 1,2 milhão de sírios precisam de ajuda humanitária.

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/editorias/brasil-e-mundo/2012/09/09/siria-conflito-explosao-em-aleppo-deixa-ao-menos-17-mortos.html

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6141103-EI17594,00-Hillary+Clinton+rejeita+plano+de+paz+russo+para+a+Siria.html

Saiba mais sobre o novo mediador da ONU: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6141587-EI294,00-Siria+Mediador+da+ONU+chega+ao+Cairo+para+missao+delicada.html

Israel elogia decisão de Ottawa de cortar laços com o Irã

Após a decisão do governo canadense de fechar sua embaixada no Irã e cortar laços diplomáticos com o país persa, Israel viu com bons olhos a ação e parabenizou o país no que chama de ação "moral". O governo Israelense acredita que o isolamento diplomático do Irã é um importante passo para garantir a segurança e estabilidade do mundo inteiro.

O Canadá é mais um país ocidental a romper relações diplomáticas com o Irã, os EUA já não possuem representações diplomáticas desde o incidente dos reféns americanos em Teerã, em 1979-81, onde 52 americanos foram mantidos reféns por 444 dias. O Reino Unido também fechou sua representação em 2011.

Os líderes de Israel elogiaram de maneira enfática a decisão do Canadá, com seus principais líderes agradecendo publicamente as autoridades e o povo canadense, e afirmando que o Canadá provou mais uma vez que a moral está acima de qualquer atitude pragmática e que a política deve refletir princípios e valores. Israel também convidou outros países a seguirem a medida adotada pelo Canadá.

A situação do Irã, vista pelo resto do mundo vêm se deteriorando cada vez mais, principalmente devido aos desdobramentos da Primavera Árabe e o que foi observado em seus vizinhos decorrentes a dela. A situação da Síria, aliado importante do Irã tende a piorar, e a queda de Assad é só uma questão de tempo, e quando ele não mais estiver ao poder, o Irã estará mais isolado ainda. Agora resta saber até que ponto outros países do mundo seguirem essa atitude hermética será positivo ou negativo para a postura do governo iraniano, que é de certa forma, imprevisível.


Notícia na íntegra: http://www.jpost.com/MiddleEast/Article.aspx?id=284345

domingo, 2 de setembro de 2012

Irã e Coreia do Norte Assinam Acordo


Segundo notícia publicada ontem pela Fox News, Irã e Coreia do norte assinaram um Acordo de Cooperação Científica e Tecnológica. O acordo foi assinado em Teerã pelo Ministro da Ciência, Pesquisa e Tecnolgia iraniano e o Ministro das Relações Exteriores norte-coreano.

A celebração desse acordo não agrada nem um pouco as potências ocidentais, porque não somente aproxima dois países cujas ações são duvidosas no cenário internacional quanto une dois países com “inimigos comuns”, de forma mais explícita, os Estados Unidos.
Esse acordo vai gerar uma suspeita muito grande nos países que são contra o programa nuclear iraniano, porque desde os embargos de exportação de qualquer tipo de material militar, a possibilidade de aquisição de tecnologia por parte do Irã foi diminuída. E agora eles tem a possibilidade de trocas de profissionais e transferência de tecnolgia nas áreas de tecnologia da informação, energia, meio ambiente, agricultura e alimentos.
            Hoje, o Primeiro Ministro israelense conclamou à comunidade internacional para que tome atitudes mais rígidas em relação ao Irã, pois o Irã não vê uma determinação internacional de conter o avanço de seu programa nuclear.

PNUD e Comissão Anti-Corrupção Palestina assinam acordo

A Comissão Anti-Corrupção Palestina e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvilmento (PNUD) assinaram um acordo de US$ 270 mil para aprimorar o combate a corrupção e aumentar a participação ativa da população no território da Palestina.

O acordo busca apoiar a implementação da estratégia nacional de combate a corrupção, promovendo pesquisas públicas e iniciando campanhas de alerta ao público.

É interessante notar que, apesar de ainda anexado a Israel, a Palestina vem cada vez mais ganhando autonomia para conduzir seus assuntos internos, e dessa vez seu governo fecha um acordo com uma agência internacional. O combate a corrupção num terrirório instável como a Palestina é de grande importância para que num futuro próximo, quem sabe, o país possa adquirir sua soberania. Combater a corrupção agora é a base para se construir e solidificar uma política interna coesa e se evitar no futuro, no caso de uma independência, que o Estado se torne falido e uma ameaça para seus vizinhos.







Notícia na íntegra: http://english.pnn.ps/index.php/nonviolence/2562-pacc-and-undp-sign-usd-270000-agreement-to-enhance-anti-corruption-efforts

sábado, 1 de setembro de 2012

No outro lado do Libano tem uma Linha Azul.

Para quem está se afeiçoando mais sobre o Libano, como o próprio blogueiro que vos escreve, hoje temos uma novo tema a Linha Azul. A Linha Azul é a fronteira entre Israel e Libano que foi negocioada junto a ONU. Foi traçada uma linha mesmo por um equipe profissional de cartografia. Ao passar por essa linha em alguns pontos fixaram barris azuis escrito ONU. Trocando em miúdos a finalidade desta linha é evitar confrontos e colocar Israel no seu devido território e deixar terras libanesas. Nesta história o governo libanês tem o compromisso de manter a paz e segurança na fronteira. A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul) é a responsável por esta tarefa. A Finul foi criada pelas Nações Unidas e atua no território Libanês. No Haiti existe uma Força Militar semelhante que também é composta por países diferentes e tambem auxiliam o exército da nação em questão a apaziguar conflitos. Antes deste fato, a zona por muito tempo foi foco de conflitos entre os exercitos dos dois países. Nunca se chegava a um acordo, por isso a ONU precisou interferir e tentar resolver de alguma forma. Em 2010 a coisa ficou feia novamente. Os exercitos voltaram a trocar tiros, houveram mortes dos dois lados. Na ultima quarta-feira, 29 de agosto de 2012, Israel e Líbano reiteraram o compromisso em manter a calma na fronteira. Daniel de Lara Santos

domingo, 26 de agosto de 2012

Ataques Terroristas Curdos na Turquia

Nos ultimos dias registrou-se uma série de atentados do Partido Dos Trabalhadores Curdos na Turquia. Os atentados ocorreram principalmente na província Hakkari, região montanhosa do país, fronteira com o Iraque e o Irã.

Desde a sua criação, em 1978, o  Partido dos Trabalhadores Curdos (PKK), é considerado uma organização étnica separatista e grupo terrorista. Privilegiando atuar no sudeste da turquia, região em que habitam a maioria dos 8 milhões de curdos que vivem no país, o PKK promove conflitos contra o governo turco buscando a autonomia do Curdistão (região com cerca de 500.000 km² distribuídos em sua maior parte na Turquia e o restante no Iraque, Irã, Síria, Armênia e Azerbeijão).

As análises do governo turco diante do aumento de epsódios conflituosos convergem acerca do argumento favorável à forte influência da insurgência dos rebeldes na Síria.

Mais informações sobre os ataques Curdos no site: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/08/tropas-turcas-matam-21-militantes-curdos-em-confrontos.html

Violência e acusações na Síria

     
         Mais uma semana de violência e acusações na Síria, onde o governo de Assad acusa os rebeldes que combatem o exército sírio de serem um ”bando terroristas armados" e a Arábia Saudita, Qatar e Turquia de financiá-los e armá-los para semear o caos no país.
          Ontem (sábado) cerca de trezentas e setenta pessoas morreram, em ataques nas regiões de Daraya e Damasco, após um grupo de ativistas terem denunciado os corpos de 200 pessoas  executadas em  Daraya. Este é mais um lamentável acontecimento que alimenta a triste estatística da violência na Síria, que segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) já somam 25 mil mortos desde o começo da revolta contra o presidente Bashar al Assad, em março de 2011.

            O presidente Bashar al-Assad disse neste hoje (Domingo, 26) que a Síria irá derrotar o que ele chamou de um "complô estrangeiro" contra o país. Disse ainda que "O povo sírio não permitirá que essa conspiração atinja seus objetivos". Assad.afirma que  "O que está acontecendo agora não é dirigido apenas à Síria, mas a toda região", e que "A síria prosseguirá sua estratégia de resistência (...) apesar da colaboração entre os países ocidentais e alguns Estados da região para que mude de posição",

           Os conflitos na Síria dividem a comunidade internacional, pois parte dos países defende a imposição de mais sanções a Assad como forma de pressioná-lo a encerrar o impasse. No entanto, a China, Rússia e o Irã evitam quaisquer medidas de restrições ao governo sírio.
        Para a maioria dos países, é fundamental que o governo Assad promova a transição política, permitindo eleições diretas e democráticas, o fim das violações de direitos humanos e mais liberdade política e de expressão. E nós continuaremos atentos, de forma que se você leitor tiver alguma opinião, peço que deixe sua contribuição para com nosso blogger.

Bruno de Pádua

Fontes:

 http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2012/08/violencia-na-siria-teria-deixado-370-mortos-no-sabado.html

http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2012/08/26/ong-diz-que-370-pessoas-foram-mortas-na-siria-nesse-sabado/

sábado, 25 de agosto de 2012

Guerra siria tira paz libanesa

Neste blog tenho a missão de escrever notícias sobre o Libano. Mas é impossível hoje falar do Libano sem falar da Síria. A violência no país vizinho ganhou maiores dimensões e já é uma realidade na vida dos libaneses. Começou como um protesto político de opositores a Bashar al-Assad, presidente da Síria, e se tornou uma guerra civil. Nos últimos tempos vários países do Oriente Médio tem sido lugares de reividicações políticas por reformas democráticas. Esta primavera árabe chegou à Siria. O governo de al-Assad prometeu, enrolou, não cumpriu suas promessas e a revolta de alastrou. A resposta do governo foi enviar tropas do exército ao encontro das aglomerações que protestavam. A luta por um país democrático é sempre bem vinda, mas nem todos gostam da violência para obter o resultado contra ou a favor. O problema é que quando a violência entra em jogo, a vida de pessoas inocentes fica comprometida. O Libano está em pânico. O exercito já ocupa as ruas da capital Beirute, famílias deixam sua casa em busca de segurança em outras cidades. No dia 23 de agosto de 2012, em nota no site da ONU, um enviado trouxe notícias sobre a violências instalada no país, sobretudo na cidade de Tripoli. Alertou que o que está acontecendo na Síria compromente o gorveno libanês em realizar sua missão de paz e desenvolvimento. Não esqueceu de dizer que é dever do governo proteger inocentes libaneses e até sirios que se refugiam em busca de paz. Daniel de Lara Santos

Sanções Contra o Irã


       Em Junho deste ano os Estados Unidos impuseram sanções contra o Irã na tentativa de fazer parar o programa nuclear iraniano. A sanção constituiu de punições a países que compram petróleo do país – com isenções a 20 países por já terem reduzido consideravelmente suas compras de petróleo bruto. Quatro dias depois a União Europeia anunciou um embargo completo às importações de petróleo iraniano.
       Essas punições são parte de uma série de sanções adotadas por países e instituições que são contra o progama nuclear iraniano. As sanções barram as exportações de produtos militares para o país e chegam a atingir, a exemplo dos exemplos recentes, os investimentos do país em petróleo, gás e petroquímicos. Os embargos nesses setores tem o intuito de atingir a economia interna do país fazendo que uma decisão concreta seja tomada mais rapidamente.

      Os agentes mais ativamente participantes na luta contra o programa nuclear iraniano são os Estados Unidos e União Europeia. Esses agentes atuam levando a questão à ONU, marcando inspeções da AIEA, e até se mobilizam com outros países, a exemplo do arranjo criado em meados de 2006 chamado P5+1 que inclui os países membros do Conselho de Segurança mais a Alemanha para tentar, por vias diplomáticas, conter o avanço do programa nuclear. 



Leia mais sobre as sanções contra o Irã em: http://www.nytimes.com/2012/06/22/opinion/sanctions-against-iran.html

Angelo Freire

Cometimento do Egito em relação a tratado de paz com Israel

O Egito parece estar apto a reforçar o tratado de paz com Israel (Tratado de Camp David de 1979), conforme notícia publicada pelo The Jerusalem Post. As duas autoridades máximas da esfera de defesa dos dois países,  Ministro da Defesa Ehud Barak de Israel e o General Abdel Fattah al-Sisi conversaram por telefone na manhã de sexta-feira (24/08), a cerca das pretensões egipcías de reforçar a presença militar na peninsula do Sinai, com forma de aumentar a capacidade anti-terrorismo do país na região, tal medida provocou especulações de que as relações entre os dois países poderiam ser prejudicadas, e o ministro das relações exteriores de Israel disse que "Israel deve se assegurar de que toda questão no tratado seja rigorosamente cumprida". O ex-chefe de inteligência miltiar de Israel, Amos Yadlin, disse que os egípcios estão fazendo na região para combater o terrorismo é um esforço maior do que qualquer outra tentativa anterior. A Secretária de Estado Hilary Clinton disse que é importante que todo e qualquer movimento miltiar pa região do Sinai seja transparente, para evitar possíveis transtornos entre os dois países e fortalecer o combate ao terrorismo.

Notícia na íntegra: http://www.jpost.com/MiddleEast/Article.aspx?id=282434

domingo, 19 de agosto de 2012

Entenda os conflitos na Síria


A paz na Síria depende do antigo jogo de influências

 A Rússia cancelou uma reunião planejada para esta sexta-feira para a formação de um grupo internacional sobre a crise da Síria, depois que vários países ocidentais assinalaram sua intenção de não participar no encontro.
No entanto, diplomatas afirmaram que Estados Unidos, França e Reino Unido manifestaram aos russos que não iriam participar.Somente a China e um representante da ONU confirmaram presença.
Os Estados Unidos pediram à Rússia, principal aliado do presidente sírio Bashar al Assad, a fazer mais para pôr fim à violência no país. Moscou, por sua vez, acusa Washington de prolongar o conflito através de seu apoio à oposição.
O presidente da Síria, Bashar Assad, participou hoje de orações em uma mesquita em Damasco para marcar o início do feriado Muçulmano, em sua primeira aparição pública desde um atentado a bomba no mês passado, que matou quatro de seus principais funcionário de segurança.
Em outras partes do país, milhares de pessoas realizaram protestos contra o governo em mesquitas e cemitérios após orações especiais que marcam o Eid al-Fitr, o feriado de três dias que encerra o mês sagrado de jejum do Ramadã. Os muçulmanos visitam tradicionalmente túmulos e recitam orações para os mortos no feriado

fonte http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2012/08/russia-cancela-reuniao-sobre-crise-da-siria-apos-boicote-ocidental.html

EUA e Israel completam exercício no Mediterrâneo

Conforme notícia publicada pelo The Jerusalem Post, a Marinha dos EUA juntamente com a de Israel completaram o exercício Reliant Mermaid, com foco em manobras de resgate, mas também foi utilizado fogo real. A Marinha da Turquia, convidada para participar do exercício, recusou.

Conforme notificado pela US Navy, o evento não tem ligações com nenhum acontecimento atual, e é somente um exercício rotineiro para aperfeiçoamento de pessoal. Mas eventos militares assim, podem não atrair bons olhares dos vizinhos de Israel, que podem entender isso como um preparo para o que EUA e Israel consideram ameaças na região.



A Turquia, que participou de exercícios semelhantes no ano passado, ou pelo menos parte dele, pois foi retirada do mesmo por ter rompido relações diplomáticas com Israel devido ao incidente com navios de ajuda à Palestina em Gaza, no ano de 2010. Este evento atual demonstra uma situação peculiar para os EUA perante os seus parceiros na região, já que a Turquia também é um aliado importante e estratégico para o país neste cenário do globo.

Link da notícia: http://www.jpost.com/Defense/Article.aspx?id=281795

Origens do Programa Nuclear Iraniano




  O fato que tem destacado o Irã no cenário internacional contemporâneo é o seu suposto programa nuclear. O programa nucler iraniano tem  suas origens na década de 1950, enquanto o país era uma monarquia autocrática com viés pró-Ocidente e aliada dos Estados Unidos, em um contexto de Guerra Fria. Essa posição de aliada lhe rendeu uma participação no ‘Programa Atomos para a Paz’ – lançado pelo então Presidente dos Estados Unidos, Dwigth Esenhower – que se baseava em equipar os países aliados sob o pretexto de se fazer uma “cooperação para formação de técnicos e instituições de pesquisa sobre energia nuclear” para fins civis. Na prática tal ação apenas sinalizava ao adversário que havia uma aliança formada para contrapor qualquer ataque externo. Foi com a ajuda do programa que o Irã conseguiu desenvolver o seu primeiro reator nuclear.
  O problema maior veio com a troca de regime, onde o Irã passou de uma monarquia pró-Ocidente para uma República Islâmica. Durante essa transição o programa nuclear foi abandonado, mas não fechado, o que possiilitou a sua reabilitação pouco tempo depois, mas agora sem apoio norte americano, que a partir de então, com o distanciamento e as críticas feitas pelo novo governo aos Estados Unidos criou um sentimento de desconfiança.

Para maiores informações sobre o "Programa Átomos para a Paz" visite:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/2200/conteudo+opera.shtml

Por: Angelo Freire

Posição estratégica é bom e ruim.

Posição estratégica é bom e ruim. O Libano faz parte da Ásia Ocidental, na costa oriental do Mar Mediterrâneo. Esta posição estratégica é a responsável para este país ter uma história rica e diversa. Sua fronteira com a Síria ao norte e ao leste e com Israel ao sul tem sido a causa da perca da paz em seu território. A situação política interna é fragilmente equilibrada pela diversidade religiosa. Mas os conflitos no países vizinhos sobretudo atulamente na Síria tem atemorizado a comunidade internacional. O câncer sírio tem se espalhado pela Ásia Ocidental, exemplo disso, a capital libanesa Beirute já é um centro de conflitos violentos. Xiitas libaneses do grupo Moqdad sequestraram 20 estrangeiros entre sírios e turcos e ameaçam matá-los caso não sejam cumpridas suas exigências. Dentre os pedidos, a libertação de integrantes do próprio Moqdad, presos pelo Exército sírio. Sírios e Turcos estão se retirando do Libano temendo mais sequestros e outras atividades violentas dos radicais muçulmanos do Moqdad. O grupo anunciou que parariam com os sequestros, porém um dia depois da declaração, as autoridades libanesas afirmaram que mais duas pessoas foram sequestradas. Este tipo de acontecimento só aumenta a possibilidade do conflito político e religioso na Sírio ultrapasse as fronteiras e o Libano entre nesta guerra. Daniel de Lara Santos

domingo, 12 de agosto de 2012

Entendendo a atual crise na Síria


Para compreendermos os atuais acontecimentos na Síria, é importante que  saibamos um pouco de sua história, por isso disponibilizei um breve resumo acerca de sua turbulenta tragetória:

SÍRIA - País asiático do Oriente Médio, banhado pelo Mar Mediterrâneo, limitado ao norte pela Turquia, a leste e sudeste pelo Iraque, ao sul pela Jordânia e a oeste por Israel e Líbano. A origem de seu nome é incerta. Há fontes que garantem provir de Assíria, povo mesopotâmico da antigüidade, outras afirmam vir de Suri, um distrito da Mesopotâmia.
Depois de 700 anos sob domínio de Roma, as terras do que hoje é a Síria foram ocupadas pelos árabes islâmicos, em 636 d.C. A cidade de Damasco, atual capital síria, foi, de 661 a 750, capital do império árabe, que se estendia da Espanha até a fronteira com a China. Posteriormente, aquelas terras foram disputadas e ocupadas por egípcios, turcos seldjúquidas, por cruzados (de 1098 a 1124), por sarracenos comandados por Saladino e seus herdeiros, mongóis, até ser ocupada por turcos islâmicos, em 1516. A partir daí e até a Primeira Guerra Mundial, ela estará sob domínio otomano. Com o fim do conflito mundial, em 1918, o território sírio passou a ser administrado pela França.
O nacionalismo ganhou expressão durante a Primeira Guerra Mundial, na Grande Revolta Árabe contra o domínio turco, liderada pelo xeque Hussain. Em 1918, Faisal, filho de Hussain, conquista Damasco. O Reino Unido, traindo a promessa de independência feita aos árabes, assina um acordo secreto com a França dividindo uma vasta região do Oriente Médio.
O mandato da Síria e do Líbano é outorgado aos franceses, e Faisal, então rei da Síria, é obrigado a fugir do país. O domínio francês vai até o final da Segunda Guerra Mundial. Em 1946, por decisão da ONU, tropas francesas e inglesas abandonam a Síria e o Líbano. A Síria torna-se independente em 17 de abril daquele ano.
O primeiro governo independente sírio é deposto por um golpe militar em março de 1949. Novo golpe restabelece o regime constitucional em 1954. Cresce a partir daí a influência do Partido Baath. A Síria afasta-se politicamente dos EUA e passa a receber armas da União Soviética (Federação Russa).
Nacionalismo, estadismo, não-alinhamento (em relação aos EUA e à URSS) aproximaram a Síria do Egito durante a década de 50. Em fevereiro de 1958, um plebiscito aprovou a fusão dos dois países na República Árabe Unida, com hegemonia egípcia. O objetivo era o primeiro passo para o pan-arabismo. Logo, porém, surgem divergências e um golpe militar separa a Síria do Egito em 1961. Mas a autonomia não pôs fim imediato à instabilidade política - resultado de interesses conflitantes dos diversos grupos da sociedade local.
A forte oposição a Israel marca a política externa da Síria. Até hoje, o país reivindica a devolução das Colinas de Golã, tomadas por forças israelenses na Guerra dos Seis Dias, em 1967.
O governo sírio já foi várias vezes acusado de apoiar ataques a Israel realizados por grupos extremistas baseados no Líbano. A partir de 1974, o país passou a intervir diretamente na guerra civil do Líbano com a intenção de manter os cristãos maronitas no poder. Em 1990, a Síria patrocinou um acordo de paz no país vizinho.
No âmbito doméstico, o regime vem sendo caracterizado pelo autoritarismo e pelo tratamento em estilo linha dura destinado a qualquer forma de oposição, sobretudo antes da morte do presidente Hafez al-Assad, em 2000.
Com a morte do presidente al-Assad, o governo tornou-se mais tolerante e dezenas de presos políticos foram libertados.
A liberdade de imprensa é bastante restrita pelo regime do país. A prisão de jornalistas não é incomum. Todos os veículos de comunicação pertencem ao governo, com exceção de algumas estações de rádio, que só têm autorização para transmitir músicas. Notícias consideradas embaraçosas ou que poderiam colocar em risco a segurança do país são alvo de censura. Apesar disso, os veículos de comunicação fazem críticas à corrupção e à ineficiência do estado. A Síria é atualmente governada pelo presidente Bashar al-Assad, filho de Hafez Al-Assad, e pelo primeiro-ministro Muhammad Naji al-Otari.



Contemporaneamente...
Há cerca de um ano, a Síria ocupa quase que diariamente as notícias internacionais. Desde março de 2011, a população síria sai às ruas em protestos a favor da democracia no país, que há mais de quatro décadas vive em uma ditadura militar.
O levante popular, que exige a saída do ditador Bashar al-Assad do poder, começou no sul do país, mas logo alcançou todo o território. Em junho, mais de 100 mil pessoas manifestavam em cerca de 150 cidades e vilarejos, sempre às sextas-feiras, após as orações. O movimento avançou apesar das respostas, sempre violentas, do ditador.
As manifestações na Síria fazem parte da Primavera Árabe, nome dado a onda de protestos e revoluções contra governos do mundo árabe, Oriente Medio e norte da Africa  iniciada em janeiro de 2011 e instauradas principalmente no Barein, Líbia,  Tunísia, Iêmen e Egito.
A crise na Síria começou a se encaminhar para um confronto militar, com a criação do Exército Livre da Síria (ELS), uma organização rebelde que ganhou adesão de muitos soldados desertores e da adesão voluntária de manifestantes. De lá para cá, os confrontos entre os opositores do governo e os militares se intensificou. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), pelo menos 7,5 mil pessoas morreram neste um ano de conflito.
Além das mortes, a repressão do regime de al-Assad levou ao isolamento da Síria, que hoje vive sanções econômicas dos Estados Unidos e da União Europeia – o país vende a maior parte do seu petróleo aos europeus.
Na última semana, a Síria mais uma vez ficou em evidência, por conta da visita, no último dia 10, do ex-secretário-geral das Nações Unidas Kofi Annan, enviado especial da ONU e da Liga Árabe. O objetivo de Annan era tentar iniciar um diálogo entre o regime e a oposição, evitando uma possível futura intervenção militar estrangeira no país.
Antes mesmo de chegar ao local, a proposta de Annan foi rejeitada pelos opositores de al-Assad, que alegaram que o diálogo é “sem sentido”, uma vez que as tropas do governo continuam massacrando a população. Do outro lado, durante a reunião do enviado da ONU com o ditador, al-Assad disse que qualquer diálogo ou processo político não poderá ter sucesso enquanto houver grupos terroristas armados trabalhando para espalhar o caos e desestabilizar o país, uma referência direta aos opositores do governo, principalmente o ELS.
Agora sim, poderemos seguir com as atualidades desta semana!!!

República Árabe da Síria



República Árabe da Síria
"SIRIA"




A Síria, convencionalmente denominada República Árabe da Síria, é uma nação localizada no Oriente Médio, mais especificamente no Sudoeste da Ásia. Damasco é sua cidade mais importante e a capital do país, enquanto Alepo é o segundo município mais significativo. Ela tem fronteiras demarcadas com o Líbano e o Mar Mediterrâneo a oeste, a Jordânia no sul, Israel a sudoeste, Iraque no leste e Turquia ao norte.
DADOS PRINCIPAIS:Nome oficial: República Árabe da Síria (Al-Jumhuriya al-'Arabiya as-Suriya).
Nacionalidade: síria.
Data nacional: 8 de março (aniversário da Revolução); 16 de novembro (Dia da Pátria).
Capital: Damasco.
Cidades principais: Aleppo (1.582.930), Damasco (1.394.322), Homs (540.133), Al Ladhiqiyah (311.784), Hamah (264.348) (1994).
Idioma: árabe (oficial), curdo.

Religião:
islamismo 86% (sunitas 74%, xiitas 12%), cristianismo 8,9%, drusos 3%, outras 2,1% (1992).

GEOGRAFIA:Localização: oeste da Ásia.
Hora local:
+5h.
Área:
185.180 km2.
Clima:
mediterrâneo (litoral) e árido (interior).
Área de floresta:
2 mil km2 (1995). 

POPULAÇÃO:  Total: 16,1 milhões (2000), sendo árabes sírios 90%, curdos 5,9%, circassianos, turcos e armênios 4,1% (1996). 
Densidade:
86,94 hab./km2.
População urbana:
54% (1998).
População rural:
46% (1998).
Crescimento demográfico:
2,5% ao ano (1995-2000).
Fecundidade:
4 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F:
67/71 anos (1995-2000)
Mortalidade infantil:
33 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo:
25,6% (2000).
IDH (0-1):
0,660 (1998).

POLÍTICA:Forma de governo: República presidencialista (ditadura militar desde 1970).
Divisão
administrativa: 14 distritos. 
Principal
partido: Socialista Árabe (Baath).
Legislativo:
unicameral - Assembléia do Povo, com 250 membros eleitos por voto direto.
Constituição
em vigor: 1973.

ECONOMIA: Moeda: libra síria.  
PIB:
US$ 17,4 bilhões (1998).
PIB agropecuária:
25,9% (1998).
PIB indústria:
27,2% (1998).
PIB serviços:
46,9% (1997).
Crescimento do PIB:
5,9% ao ano (1990-1998).
Renda per capita:
US$ 1.020 (1998).
Força de trabalho:
5 milhões (1998).
Agricultura:
algodão em pluma, frutas, legumes e verduras, azeitona.
Pecuária:
bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca:
7,7 mil t (1997).
Mineração:
gás natural, petróleo, fosfórito.
Indústria:
química, petróleo, carvão, petroquímica, têxtil, couro, calçados, alimentícia, bebidas.
Exportações:
US$ 2,8 bilhões (1998).
Importações:
US$ 4,5 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais:
Alemanha, Itália, França, Arábia Saudita, Turquia.

DEFESA: Efetivo total: 320 mil (1998).
Gastos:
US$ 2,7 bilhões (1998).

disponivel: http://www.portalbrasil.net/asia_siria.htm 

Israel e Palestina



         O Estado de Israel é uma república parlamentar localizado no Oriente Médio, cuja independência data de 14 de maio de 1948, após a adoção da resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas de 29 de novembro de 1947, a qual recomendava a adesão e implementação do Plano de Partilha da Palestina para substituir o Mandato Britânico sobre aquela região. Desde então, são frequentes os embates entre palestinos e isralenses, sendo que os primeiros lutam pela criação de um Estado Palestino, que compreenderia as regiões de Gaza, Cisjordânia e Golan. Os posts seguintes a este tratarão de questões envolvendo tanto Israel, quanto a Palestina.




Dados básicos:

Nome Oficial: Estado de Israel
Tipo de governo: República Parlamentar
Capital: Jerusalém
Cidade mais populosa: Jerusalém
Área: 20.770 km²
População: 7.590.758 (est. 2012)
PIB: $242,9 bilhões (2011)


Bandeira e brasão da Palestina








Turquia

A República da Turquia, país localizado entre os continentes Europa e a Ásia, ocupa o posto de 15ª economia do mundo, integrando União Européia, o G20 e a OCDE. A economia turca é baseia-se principalmente no terceiro setor (responsável por 59% do PIB), além de contar com uma forte indústria automobilística. O setor agrícola representa 9% do PIB, enquanto o setor industrial responde por 31%.
                O país é uma democracia representativa parlamentar, regime político em que o Presidente da República desempenha papel de Chefe de Estado. Com uma política externa alinhada com a Europa e os Estados Unidos, após sua independência da União Soviética em 1991, passou a intensificar relações com países da Ásia Central.

Abaixo, alguns indicadores demográficos e econômicos da Turquia. Informações úteis para a caracterização geral do país:

População: 79.749.461 habitantes              

População Urbana: 70%

Religiões: 99,8% Mulçumanos, 0,2% outros (a maioria cristãos e judeus).

Composição étnica da sociedade: 70-75% turcos, 18% Curdos, 7-12% outras minorias. 

PIB (2011): 778.1 bilhões de dólares

Principais parceiros comercias – Exportação: Alemanha, Iraque, Reino Unido, Itália, França e Rússia

Principais parceiros comerciais – Importação: Rússia, Alemanha, China, EUA, Itália e Irã

Principais produtos agrícolas: tabaco, algodão, grãos, azeitonas, beterraba, avelãs, leguminosas, frutas cítricas, gado

Principais produtos industrializados: têxteis, processamento de alimentos, automóveis, eletrônicos, mineração (carvão, cromato, cobre, boro), aço, petróleo, construção, papel, madeira


sábado, 11 de agosto de 2012

Irã


A República Islâmica do Irã, convencionalmente conhecida como Irã, é um país Localizado no Oriente Médio, entre o Iraque e o Afeganistão, banhado pelo Mar Caspio ao Norde, Golfo Pérsico e Golfo de Omã ao Sul. Possui uma área total de 1.648,195 Km², sendo o décimo oitavo maior país em extensão territorial, e uma população que supera os 78 milhões de pessoas (78.868,711 – segundo estimativa para Julho de 2012).O País é uma República desde a Revolução Islâmica que ocorreu no final da década de 1970, no qual transformou o País em uma República Teocrática. A revolução de 1979 tem desdobramentos até os dias de hoje, pois é onde nasce o impasse a respeito do maior e mais expressivo caso envolvendo o Irã no cenário internacional hodierno, que é o suposto programa nuclear iraniano. Vou, de forma recorrente, me utilizar desse marco temporal nas próximas postagens para explicar como chegamos a esse impasse envolvendo alguns grandes atores internacionais.

Angelo Freire